CONHEÇA FERNANDO MONTEIRO, PRÉ-CANDIDATO A DEPUTADO FEDERAL

Fernando Monteiro – a história por trás da história.

Fernando Monteiro, um Cidadão Honorário Cataguasense, nascido no Rio de Janeiro, é Policial Federal. Filho de Hailton Monteiro e Neide Mendonça Rezende, e pai da Ana Lu, foi bancário, comerciante, trabalhou dentro da REGAP – PETROBRÁS – é ex-proprietário de escritório de contabilidade. Fernando é um eterno estudante das relações sociais, que aprendeu, desde muito cedo, que todo poder emana do povo.

Já foi dono de bar na grande BH, estagiário de Direito, já teve um escritório de contabilidade na época em que não “existia” internet, ex-bancário, participou de centenas de Operações na Polícia Federal, inclusive nas Fronteiras da Bolívia, Peru, Colômbia, Venezuela e Argentina.

No contexto de sua história é preciso falar de Hailton Monteiro, seu pai. Um paraense, que chegou a Cataguases nos anos 50, Comandante do Tiro de Guerra na condição de Sargento do Exército. Nesse período, Hailton conheceu Neide Mendonça Rezende, uma Cataguasense nata, mulher de muita fibra e coragem, com quem se casou. Mudaram-se para Belém do Pará pouco tempo depois e tiveram dois filhos, Marcus e Márcia. Para Hailton, abandonar a carreira militar foi um passo muito importante que convergia com sua opinião política. Por esse motivo, passar no concurso da Petrobrás abriu novas portas para ele e sua família, levando-os até o Rio de Janeiro, onde nasceu o terceiro filho do casal, Fernando.

Após o nascimento de Fernando, uma greve dos funcionários da Petrobrás fez com que sua família se dividisse. Em nome da democracia, seu pai foi demitido, cassado e perseguido pela Ditadura. Diante de dificuldades imensas, Neide e seus três filhos voltam para sua cidade natal, Cataguases, enquanto Hailton precisou buscar abrigo em outros lugares. O casamento não foi retomado, mas ambos seguiram suas vidas com o mesmo propósito, garantir a segurança da família.

Sua mãe, Neide, uma mulher corajosa e verdadeira, filha de Graciema Mendonça – Cinoca – e Faber Resende Vieira, cria seus três filhos em Cataguases/MG, onde tem seu nome homenageado e cravado na história da cidade com uma rua chamada “Rua Neide Mendonça Resende”.

Os primeiros passos da formação educacional de Fernando  foram dados em Cataguases. Na escola Cecília Meireles fez o pré-primário, na escola particular PROMOV cursou o primário, e na Escola Estadual Manuel Inácio Peixoto, local onde também estudaram Dorival Caymmi, Chico Buarque, dentre outras figuras importantes, iniciou o 2º grau.  Esse edifício, projetado por Oscar Niemeyer, com painel de Portinari, paisagismo de Burle Marx, arte abstrata de Paulo Werneck, impulsionou a arte e arquitetura do modernismo em Cataguases/MG. Uma de suas memórias favoritas desse tempo é a escultura de “O Pensador” – Jan Zach – que sempre esteve à frente da escola.

Toda sua infância foi na princesinha da Zona da Mata, Cataguases. Ser criado na roça, em contato com a natureza e com a diversidade, contribuiu ainda mais para seu desenvolvimento como cidadão, respeitando as diferenças e adquirindo responsabilidades desde muito jovem. Buscando novas oportunidades de crescimento, foi morar com seu pai em Belo Horizonte, onde cursou parte do ensino médio e iniciou a vida profissional.

Aos 24 anos, descobriu o amor maior com a chegada da sua única filha, Ana Lu, com quem hoje mantém mais do que uma relação de pai e filha, mas sim, de laços profundos, parceria e união pelo amor verdadeiro. Amigos mesmo após a separação, Valéria, mãe de Ana, é parte importante de sua história e não poderia deixar de ser mencionada, pois, juntos, conseguiram passar todos seus valores para Ana, que hoje é formada em Direito e proprietária de uma confeitaria.

Outra paixão de sua vida é a natação. Amante de esportes, participou de travessias no Rio de Janeiro, ganhou medalhas nas piscinas de Florianópolis e competiu nas Olimpíadas da Polícia Federal diversas vezes. Em Juiz de Fora, as águas do Círculo Militar e do Clube Cascatinha mantiveram essa paixão acesa, assim como as longas caminhadas de trekking em Ibitipoca, que complementam a lista de seus hobbies.

Aprendeu desde muito jovem o poder do trabalho. Do estágio de Direito, com 17 anos, até alcançar a Polícia Federal, aos 33, foi um longo caminho. Apesar de não ser a sua primeira escolha, o distintivo chamou sua atenção, desde que conheceu a prática do Direito, na primeira faculdade, durante a inocência da juventude. A Polícia Federal e a Caixa Econômica foram grandes oportunidades de colocar em prática tudo o que viveu e aprendeu em todos esses anos. Percorrer todo esse trajeto, passando por Belo Horizonte, São Paulo, Brasília e Rio Branco, no Acre – região amazônica – mostrou a singularidade de cada região. Desde 2005, Juiz de Fora se tornou sua segunda casa mais uma vez, já que havia sido em outras duas ocasiões, em 1989, quando fez cursinho pré-vestibular no META, e em 1991, quando quando veio transferido de BH a serviço da CEF.

Nesses quase 40 anos de trabalho, Fernando foi testado e levado ao limite dos seus princípios e valores, mas não se corrompeu, nem na CEF, nem na Polícia Federal, tampouco quando teve outras atividades. Assim como ninguém é santo, como policial federal não criou “bandido de estimação”. Seu maior orgulho é poder passar para as próximas gerações a ficha limpa e a convicção de que há esperança em dias melhores e mais justos. Por esses e outros motivos, sempre irá colaborar com aquilo que é certo, usando sua voz no compromisso com a verdade dos fatos, uma vez que em tempos de fake news – sejam de direita ou esquerda – estamos na quadra da pós-verdade, assim como a destruição de reputações nos trazem ao campo do ódio e de criminosos.

Hoje, graduado em Contabilidade pela Faculdade Machado Sobrinho, graduando em Direito – curso trancado no momento – Pós-Graduado em Estatística pela Universidade Federal de Juiz de Fora e sempre estudioso das relações sociais, Fernando acredita que a mudança não será feita por uma pessoa, e sim, através da união da maioria da sociedade, comprometida com o Estado Democrático de Direito.

Entender que a educação, saúde, esporte, cultura e meio ambiente são primordiais para a evolução e desenvolvimento do país, devemos transformar esses valores em um investimento cada vez mais promissor. Hoje, o maior poder do povo está no voto, e como não existe democracia sem política, “eles” demonizam a política, para que eles mesmos a usem e decidam a vida do povo, em benefício próprio. Por isso, o Brasil tem uma das maiores economias do mundo e traz as maiores desigualdades também, uma conta que não fecha.

A independência de Fernando reitera muito mais que uma promessa, mas também, um dever como cidadão brasileiro de colaborar. A política dá trabalho, mas, no seu entender, não pode ser um trabalho exclusivo. Até mesmo para aquele que foi eleito se manter fiel a seus valores éticos e, em algum momento, abrir mão do cargo político, uma vez que é necessária a alternância de poder, seja no Executivo ou no Legislativo.

Fernando Monteiro, adquirindo o direito à previdência – que é um direito fundamental –  prestes a fazer 55 anos, usa a coragem de seu pai e a força de sua mãe para colaborar, tendo como objetivo, devolver ao povo brasileiro esse e outros direitos que foram roubados, em retribuição a tudo que conquistou.

Como policial federal, Fernando fez um juramento de defender a sociedade com o sacrifício da própria vida, e assim o faz. Agora, como um cidadão participativo no debate público, assume o compromisso de defender o povo brasileiro, como o mesmo compromisso do sacrifício da própria vida, mas primeiro ele trabalhou.

Fonte: https://fernandomonteiropf.com/biografia/

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