Deputado Fernando Pacheco participa de Projeto de Saúde que irá beneficiar cidades da Zona da Mata e Vertentes

Municípios da Regional de BH realizam adesão ao Projeto Saúde em Rede

O acordo de cooperação para o desenvolvimento do projeto que irá integrar a Atenção Primária e Atenção Especializada à Saúde foi assinado hoje.

A primeira etapa da implantação do Projeto Saúde em Rede nas Microrregiões de Ouro Preto, Viçosa, Leopoldina/ Cataquases e Além Paraíba foi iniciada, hoje (4/3), com a assinatura do acordo de cooperação entre os municípios. O Projeto Saúde em Rede propõe a implementação de processos de educação permanente em saúde para ampliar as capacidades das equipes da Atenção Primária à Saúde (APS) e da Atenção Ambulatorial Especializada. Vale ressaltar que o projeto piloto foi desenvolvido no Vale do Jequitinhonha e alcançou bons resultados.

Crédito: Fábio Marchetto

Crédito: Fábio Marchetto

Com a implantação do projeto, as equipes terão a oportunidade de analisar os processos de trabalho em que estão inseridas e reorganizá-los em busca do atendimento às necessidades de saúde dos usuários do Sistema Único de Saúde (SUS).

O evento foi realizado no auditório JK, na Cidade Administrativa, com a adoção das medidas de segurança estabelecidas pelo protocolo do Minas Consciente e, também, foi transmitido pelas redes sociais da Secretaria de Estado de Saúde de Minas Gerais (SES-MG).

O secretário de Estado de Saúde, Carlos Eduardo Amaral, presente no evento, destacou a experiência que a SES-MG possui para a realização do projeto: “Esse projeto traz uma estruturação dos processos de trabalho. Rede significa estar tudo interligado e possuímos várias redes na saúde. O projeto irá verificar cada nó da rede de modo que todos estejam na direção correta. Trata-se de um projeto muito mais de educação, de desenvolvimento de pessoas e de estrutura”, apontou.

A diretora da Escola de Saúde Pública de Minas Gerais (ESP-MG), Jordana Costa Lima, afirmou que a educação nesse processo do projeto é fundamental para que os conceitos possam ser mudados e para que todos tenham a mesma maneira de trabalhar na Macrorregião: “Possuímos uma equipe que, também, irá acompanhar os municípios nesse processo e assim garantir que o conceito do Saúde em Rede seja implementado”, pontuou.

A superintendente da Regional de Saúde de Belo Horizonte (SRS-BH), Débora Marques Tavares, destacou a importância da formalização do termo de parceria entre os municípios para a expansão do projeto: “A expansão do Saúde em Rede vem para complementar a atenção primária à saúde e a atenção especializada em uma proposta integrada que vai fortalecer a governança regional”, afirmou.

Crédito: Fábio Marchetto

Crédito: Fábio Marchetto

Nesse primeiro momento, foi apresentado aos gestores dos municípios as diretrizes do projeto que envolvem as cidades de: Ouro preto, viçosa, Leopoldina, Cataguases, Além paraíba, Itabirito, Mariana, Araponga, Cajuri, Canaã, Paula Cândido, Pedra do Anta, Porto firme, São Miguel do Anta, Teixeiras, Argirita, Astolfo Dutra, Dona Eusébia, Itamarati de Minas, Laranjal, Palma, Recreio, Santana de Cataguases, Estrela Dalva, Pirapetinga, Santo Antônio do Aventureiro, Volta grande, Divinópolis, Lagoa da Prata, Santo Antônio do Monte, Lavras, São João Del Rei, Araújos, Carmo do Cajuru, Cláudio, Itapecerica, perdigão, São Gonçalo do Pará, São Sebastião do Oeste, Arcos, Japaraíba, Pedra do indaiá, Santo Antônio do Monte, Carrancas, Ijaci, Ingaí, Itumirim, Itutinga, Luminárias, Nepomuceno, Perdões, Ribeirão Vermelho, Barroso, Bom Sucesso, Conceição da Barra de Minas, Coronel Xavier Chaves, Dores de campos, Ibituruna, Lagoa Dourada, Madre de Deus de Minas, Nazareno, Piedade do Rio Grande, Prados, Resende Costa, Ritápolis, Santa Cruz de Minas, São Tiago, São Vicente de Minas e Tiradentes.

O Saúde em Rede, também, será implantado em outros municípios fazendo parte de um projeto estratégico da SES-MG que irá promover uma nova maneira de organizar a rotina do trabalho primário à saúde e do atendimento materno infantil.

A gestão mais eficiente dos recursos empregados; maior satisfação do usuário; consultas especializadas mais resolutivas; menor tempo de espera para consultas; redução das internações hospitalares e estruturação do modelo de atenção as condições crônicas são alguns dos resultados propostos pelo projeto.

Para mais informações, acesse: https://www.saude.mg.gov.br/saudeemrede

Por Alessandra Maximiano

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